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05.04.2013
Transformar informações em conhecimento é a chave do monitoramento

Olhar para as redes sociais de forma mais abrangente e complexa. Esse é um dos incentivos de Marcelo Coutinho, professor da FGV-SP, diretor de inteligência do Terra  e pesquisador visitante de Harvard. Esse nível de maturidade está sendo bastante debatido entre estudiosos,  empresários e gestões públicas.  Sim, os governos possuem um leque rico de informações das redes sociais que podem atuar como elementos para o monitoramento da sua gestão. “As redes sociais são muito mais que uma mídia. Elas hoje são um dos mais importantes canais de atendimento ao cliente, inovação e insights que as empresas podem encontrar. As marcas podem trabalhar quatro grandes grupos de ações: gerenciamento de reputação, comunicação, operação e análise de consumer insights”.

Para o Governo do Estado de Pernambuco, as redes sociais atuam como forma de extensão de sua Ouvidoria. Através da internet, o Estado diagnostica todas as demandas da sociedade postada em qualquer rede social, diariamente.  É mais uma maneira de saber o que  cada cidadão pensa de forma sistemática.  “Todo o planejamento anual de governo é feito a partir de uma escuta. Costuma dizer que as redes sociais são mais uma antena para sabermos o que a população tem dito sobre as ações e os valores do governo. Precisamos estar presentes onde todas essas manifestações se dão”, defende o secretário geral de imprensa, Evaldo Costa.  

O processamento dessa quantidade de informações sobre uma gestão de um governo ou sobre uma cidade é um dos principais debates posto para os próximos anos. Como obter conhecimento de tantas conversas, principalmente, num país que só tende a aumentar o número de pessoas conectadas nas redes sociais. “A tendência é a capacidade de processar grandes quantidades de dados, a questão da curadoria do conteúdo, logística da informação, administração de crises e mobilidade”, avisa Manoel Fernandes,  diretor executivo da Bites (SP).

Foto: Divulgação

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